“Mercado imobiliário desaquecido: é uma boa hora para comprar imóvel como forma de investimento?”

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Os ventos mudaram no mercado imobiliário. Após o boom de 2010, o aumento do preços dos imóveis da cidade de São Paulo tornou-se rotina, e o valor do metro quadrado mais do que triplicou em algumas regiões, numa brusca atualização de valores que vinham sendo represados. Desde meados do ano passado, porém,o cenário é outro. Projeções do setor para este ano indicam os preços deixarão de subir no mesmo ritmo de antes para apenas acompanhar a inflação. Em alguns casos, ficarão até mesmo abaixo dela, como forma de as incorporadoras conseguirem desaguar seus estoques de lançamentos. A desaceleração da economia já vinha tornando mais lenta a venda de novas unidades, e a tendência deve se intensificar a partir de hoje, quando começam a valer as novas taxas de juros da Caixa Econômica Federal (leia mais aqui). O banco responde por 70% do mercado de crédito imobiliário brasileiro, o que provavelmente estimulará os demais bancos a também subirem suas taxas de juros.Em conversa com o blog, o presidente do Secovi-SP Cláudio Bernardes falou sobre as vantagens e desvantagens de aproveitar este momento para comprar um imóvel como forma de investir. A entidade representa as empresas do mercado imobiliário que operam na capital paulista.

Veja mais em: http://veja.abril.com.br/blog/cidades-sem-fronteiras/2015/01/19/comprar-para-investir/#

“Truques garantam menos transtornos na reforma.”

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Reforma deixa a casa mais bonita e aconchegante, mas depende de bons materiais e do acompanhamento de um profissional.Ter uma casa própria é um dos principais sonhos dos brasileiros. Mas quem já tem a sua certamente deseja que ela seja o mais acolhedora, segura e bonita possível e, para que isto se torne realidade, uma alternativa é investir no imóvel, fazendo as reformas necessárias para que ele atenda às necessidades de toda a família e ainda valorize seu patrimônio. Só que reforma não precisa ser sinônimo de dor de cabeça ou de bolso vazio, como muita gente pensa, mas, para que ela dê certo, planejamento e alguns cuidados são fundamentais.Segundo o arquiteto Rene Remer, uma boa reforma começa pela definição dos objetivos. “A pessoa deve definir que tipo de reforma pretende realizar em sua casa, se é algo mais detalhado, que envolva reparos na parte hidráulica, elétrica e estrutural, ou apenas uma reforma de aparência, com maior atenção à pintura e aos acabamentos”.

Veja mais em: http://www.parana-online.com.br/canal/mulher/news/851254/?noticia=TRUQUES+GARANTEM+MENOS+TRANSTORNOS+NA+HORA+DA+REFORMA

“Trabalhar cores claras nos móveis e decoração pode diminuir conta de luz em casa.”

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A arquitetura também pode trabalhar a serviço da economia. Optar por cores claras e lâmpadas de LED em casa, por exemplo, contribuem para deixar a conta de luz mais barata e o imóvel sustentável. Arquitetos mostram que dá sim para economizar sem abrir mão da beleza e conforto com a ajuda da decoração.
Já anunciado o aumento da energia elétrica para 2015, é hora de ver em casa como dá para remanejar o orçamento. Nos sites e blogs de arquitetura do Brasil o que não faltam são dicas assim, de como diminuir os custos o ano todo através de projetos. Do escritório mineiro da arquiteta Ana Lívia Werdine, por exemplo, o pontapé é a substituição: das lâmpadas normal, pelas de LED.

“A utilização de lâmpadas que consomem menos energia, como as de LED, é uma boa opção. São lâmpadas mais caras, porém, o investimento inicial mais alto é compensado mensalmente na conta mais enxuta”, pontua a arquiteta Ana Lívia em publicação no site.

Veja mais em: http://www.campograndenews.com.br/lado-b/arquitetura-23-08-2011-08/trabalhar-cores-claras-nos-moveis-e-decoracao-pode-diminuir-conta-de-luz-em-casa

“Aquisição de imóveis requer cautela em 2015”

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Apesar da perspectiva de promoções, compradores devem observar os efeitos do ajuste econômico projetado para ocorrer neste ano.

Quem está aguardando o momento certo para comprar o imóvel vai encontrar, em 2015, um cenário complexo. De um lado, pesa o contexto econômico, influenciado, sobretudo, pela alta da taxa de juros. Do outro, há o apetite de venda do mercado imobiliário ainda mais acentuado por conta dos resultados abaixo da expectativa em 2014. Assim, a perspectiva é de que em 2015 aumentem as promoções, descontos e bônus para os que fecharem negócio, porém, a perspectiva, porém, os financiamentos podem se tornar uma dor de cabeça a longo prazo.

Segundo pesquisa realizada pela Ricam Consultoria em parceria com o Instituto Ilumeo, em novembro, 46% dos entrevistados interessados em comprar imóvel pretendem fazer a aquisição nos próximos dois anos e o financiamento é a opção para 89% deles, provando que o cenário econômico ainda não aparece como impeditivo para a realização do sonho.

“A necessidade do imóvel não muda de acordo com a conjuntura econômica. Mesmo com as incertezas de 2014, vendemos bem”, destaca o diretor regional da Rossi, Gustavo Kosnitzer, mencionando que embora o comprador não desista da aquisição, pode adequar a compra à realidade financeira, optando, por exemplo, por uma residência menor do que a pretendida. A demanda continua aquecida e o ritmo de vendas em Porto Alegre mantém o fôlego, sustenta Kosnitzer, que defende o ponto de vista ressaltando que a Rossi teve um ano bom, apesar do cenário incerto. “O Central Parque (bairro projetado pela Rossi em Porto Alegre) está sendo um sucesso de vendas”, diz.

Veja mais em: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=183489